Edição inaugural 2027

Africa Royal Queen
Um continente · Uma coroa · Uma nova geração de rainhas africanas
Cada país africano seleciona a sua representante e todas se encontram no país anfitrião para a grande final. Dez critérios avaliados, da cultura geral ao projeto social.
Contagem decrescente para a grande final
Participar
Por onde começar
Seis portas de entrada para a edição 2027, seja como candidata, organizadora no seu país ou apoiante do projeto.
O projeto
Muito mais do que um concurso de beleza
Candidatas de vários países africanos, um só título em jogo. E uma avaliação que não se limita ao desfile.
Dez critérios são avaliados: beleza e elegância, cultura geral, expressão oral, cultura africana, liderança, talento, projeto social, turismo, empreendedorismo, presença mediática.
À volta da competição: ministérios, empresas parceiras, média, postos de turismo, criadores e investidores.
Cada candidata torna-se embaixadora do seu país, da sua cultura e de uma visão moderna da mulher africana.
- 2027
- Edição inaugural
- 6
- Regiões africanas visadas
- 1
- Coroa pan-africana


Mensagem da direção
Uma plataforma africana para a excelência africana
A Africa Royal Queen nasceu de uma ambição simples mas forte: criar uma plataforma africana capaz de revelar, valorizar e acompanhar as mulheres africanas que representam a excelência, a diversidade e o potencial do continente.
A ARQ não se limita a uma competição de beleza. Queremos construir uma verdadeira plataforma pan-africana que permita às candidatas valorizar a sua personalidade, a sua inteligência, a sua cultura, a sua criatividade, a sua liderança e o seu compromisso com as suas comunidades.
Através desta competição, queremos igualmente promover as riquezas turísticas, culturais e económicas dos países africanos.
A nossa ambição é fazer da Africa Royal Queen um encontro anual reconhecido em África e, progressivamente, na cena internacional.
Abdourahmane Sylla
Direção-Geral, Africa Royal Queen
Visão
Uma nova geração de mulheres africanas
« Fazer emergir uma nova geração de mulheres africanas capazes de representar o seu país com elegância, inteligência, liderança e responsabilidade. »
Três terrenos: a mulher africana, as culturas do continente, os seus destinos turísticos.
Missão
Os compromissos da ARQ
- Promover a excelência feminina africana
- Valorizar as culturas africanas
- Promover os destinos turísticos africanos
- Incentivar a liderança feminina
- Apoiar o empreendedorismo das jovens mulheres
- Favorecer os intercâmbios entre países africanos
- Dar visibilidade internacional às participantes
- Criar oportunidades profissionais
- Desenvolver ações sociais e comunitárias
- Contribuir para a imagem positiva de África
Os nossos valores
Oito princípios que orientam cada edição
Excelência
Procuramos os mais altos padrões na organização, na representação e nas atividades da ARQ.
Elegância
Defendemos uma imagem requintada, digna e moderna da mulher africana.
Inteligência
Valorizamos o conhecimento, a reflexão, a cultura geral e a capacidade de comunicar.
Liderança
Incentivamos as mulheres a tornarem-se agentes de mudança.
Diversidade
Celebramos a riqueza das culturas, das línguas e das tradições africanas.
Integridade
Defendemos a honestidade, a transparência, o respeito e a ética.
Solidariedade
Incentivamos a entreajuda e a cooperação entre mulheres e comunidades.
Responsabilidade
Incentivamos um compromisso responsável com a sociedade, as comunidades e o ambiente.
O conceito ARQ
Dez dimensões, uma rainha
« Uma rainha não representa apenas a beleza. Ela representa uma visão. »
Cada candidata é avaliada em dez dimensões complementares.
Uma estrutura pan-africana
Três níveis, uma coroa
Seleção nacional
Cada país participante organiza a sua seleção nacional. A vencedora torna-se Africa Royal Queen [País] e representa oficialmente a sua nação na competição pan-africana.
Preparação internacional
As candidatas selecionadas integram o programa internacional ARQ: sessões fotográficas, formações, atividades culturais, visitas turísticas, encontros institucionais, ações sociais, ensaios, entrevistas e eventos mediáticos.
Grande final africana
As representantes nacionais reúnem-se no país anfitrião para a grande final, as suas provas, a deliberação do júri e a coroação.
Pilares estratégicos
Para além do palco
Turismo
Cada edição destaca os destinos do país anfitrião, e cada candidata apresenta ao júri um local do seu país.
- Locais históricos
- Praias, montanhas, parques nacionais
- Reservas naturais e monumentos
- Património cultural e gastronomia
- Artesanato, festivais e destinos emergentes
Cultura
Danças, línguas, trajes, cozinhas: o programa dá lugar às culturas que cada candidata traz consigo.
- Danças tradicionais e músicas africanas
- Trajes tradicionais
- Línguas africanas
- Gastronomia e artesanato
- História, tradições e criadores africanos
Empreendedorismo
As candidatas apresentam a sua empresa ou o seu projeto à rede de parceiros reunida pela competição.
- Empresas e startups
- Projetos agrícolas
- Projetos digitais
- Iniciativas sociais
- Projetos turísticos e criativos
Impacto social
Cada candidata é associada a uma ação positiva, para que o título ARQ se torne uma ferramenta de impacto e não apenas um título honorífico.
- Educação das raparigas
- Autonomização das mulheres
- Ambiente e proteção da infância
- Saúde comunitária e alfabetização
- Combate à violência contra as mulheres
- Desenvolvimento rural e acesso à água
ARQ Women Leaders Network
Uma rede construída para durar
A rede ligará antigas candidatas, empreendedoras e parceiros. Cinco programas estão anunciados, o calendário está por definir.
- ARQ Women Empowerment
- ARQ Girls Education
- ARQ Community Project
- ARQ Tourism Ambassadors
- ARQ African Women Entrepreneurs
Países participantes
Um continente, todas as suas regiões
Seis regiões estão visadas para a edição inaugural. O número de países participantes evoluirá de edição para edição, conforme as direções nacionais em funções.
- África Ocidental
- África Central
- África Oriental
- África Austral
- Norte de África
- Estados insulares africanos

A coroação
Uma rainha. Uma nação. Um continente.
A vencedora ocupa o título durante todo o mandato: eventos internacionais, campanhas dos parceiros, ações sociais e deslocações turísticas.
Poderão também ser atribuídos títulos complementares
- 1st Runner-Up
- 2nd Runner-Up
- Miss Tourism Africa
- Miss Culture Africa
- Miss Leadership Africa
- Miss Social Impact Africa
- Miss Entrepreneurship Africa
- Miss Talent Africa
- Miss Photogenic Africa
- Miss Congeniality Africa
Roteiro
Da estruturação à marca pan-africana
Fase de preparação
- Estruturação internacional
- Identidade visual
- Regulamento e documentos oficiais
- Recrutamento dos diretores nacionais
- Procura de parceiros
- Diligências institucionais
Edição inaugural
- Lançamento oficial
- Seleções nacionais
- Preparação das candidatas
- Programa internacional
- Grande final
- Coroação
Expansão
- Mais países participantes
- Mais parceiros
- Desenvolvimento mediático
- Crescimento da rede ARQ
- Consolidação da marca pan-africana
Perguntas frequentes
Tudo o que é preciso saber antes de se candidatar
As respostas abaixo apresentam o enquadramento geral da edição 2027. As condições que fazem fé são as do regulamento oficial ARQ.
Outra pergunta?
Fale connoscoQuem pode participar na Africa Royal Queen?
Jovens mulheres africanas nacionais de um país participante, ou que cumpram as suas condições de representação, e que estejam dentro da faixa etária oficial da edição. As condições completas constam do regulamento oficial ARQ.
Quando decorre a edição inaugural?
Em 2027. Primeiro as seleções nacionais, depois o programa de preparação internacional e por fim a grande final pan-africana. A data exata e o país anfitrião serão anunciados oficialmente.
Como funciona a seleção?
Em três níveis: uma seleção nacional em cada país participante, cuja vencedora se torna Africa Royal Queen [País]; o programa de preparação internacional; e a grande final africana no país anfitrião.
É preciso ter experiência de modelo ou de concursos?
A competição avalia dez dimensões: beleza e elegância, inteligência e cultura geral, expressão oral, cultura africana, liderança, talento, projeto social, turismo, empreendedorismo, presença mediática. A presença em palco é apenas uma delas.
Existem custos de inscrição?
Aplicam-se duas taxas: 25 USD para a candidatura nacional e depois 300 USD para a candidatura internacional, uma vez selecionada. São pagas apenas pelos canais oficiais indicados na página Candidatar-se, e o comprovativo acompanha o processo.
Que países estão representados?
A ARQ dirige-se à África Ocidental, Central, Oriental, Austral e do Norte, bem como aos Estados insulares africanos. O número de países participantes evoluirá conforme as edições e as capacidades organizacionais.
O que recebe a vencedora?
O título de Africa Royal Queen e um mandato oficial de embaixadora do programa: eventos internacionais, campanhas promocionais, ações sociais, programas turísticos, conferências e ações comunitárias. Podem também ser atribuídos títulos complementares.
Como me torno diretor nacional ou parceiro?
Através das páginas dedicadas: Diretores nacionais para desenvolver a ARQ no seu país, Parceiros para instituições, empresas e média. Ambos os formulários chegam diretamente à direção internacional.
As candidaturas para a edição 2027 estão abertas
Candidatas, diretores nacionais, instituições e empresas: junte-se à primeira edição da Africa Royal Queen.
